LOOKING FOR THE SILVER LINING

And there he was, looking to nowhere, seeking for something, trying to understand the meaning of this stupid life. He didn't found it, but he still pursuits the truth...

terça-feira, maio 06, 2008

...

i know...

sexta-feira, maio 11, 2007

ONTEM

Ontem,
fiquei em silêncio!
Roubaste-me,
palavras com beijos.
Abraçaste-me,
sem dor e sem medo.
Trataste-me,
o corpo e a alma.
Amaste-me,
com sede e desejo…
Ontem,
curaste a doença.
Tiraste-me,
a fome e foste alimento.
Carregaste-me,
a dor e fizeste-a tua.
Apagaste-me,
os pesadelos e fantasmas.
Recriaste-me,
os sonhos e as alegrias.
Devolveste-me,
o sono e a paz.
Ontem,
Nos teu braços, ao sabor dos teus beijos,
Quando olhei no fundo dos teus olhos
E me envolvi no calor do teu corpo…
Senti que hoje estaria melhor,
Porque tu és a minha cura.

segunda-feira, fevereiro 19, 2007

TU NÃO SABES

Tu não sabes o que é despedaçar

O coração a alguém

Ser traído pelo fado cruel e insípido

E não teres ninguém!

Tu não sabes o que é amar loucamente.

Sentir o coração a palpitar

Ter cá dentro uma força que explode

Quando andas a vaguear…

Tu não sabes o que sofre um homem

Quando ama uma mulher

Quando a quer desesperadamente

E não a consegue ter.

Tu não sabes o que é a fome e a miséria

Ter o estômago vazio…

Sentir a fraqueza e a vida a morrer

Ver o céu fechar-se sombrio

Tu não sabes. E vais continuar sem saber

Pois dentro desse coração

Não existe mais nada senão interesse

Crueldade sem emoção!

domingo, janeiro 21, 2007

NAO TROCAMOS OLHARES

Não trocamos olhares cumplicemente

Nem esperamos por um gesto de amor.

Ele não surgiu de parte alguma

E aqui continuo eu mergulhado na dor…


Quem ama nunca se cansa de amar

Tem sempre a esperança escondida

Aguardando por um júbilo abraço

Por um beijo na cara; por qualquer coisa sentida.


Estás tão longe de mim como do céu.

O gáudio da tua presença esmorece

Sou um solitário, um ausente adormecido

Que quando te vê passar estremece!


Gostava de exultar a minha paixão,

De te abraçar sempre que por mim passasses

Mas inútil, continuo no anonimato

Acatando o meu destino; que te cansasses…


Vês os outros e não me vês a mim

Não sou grande, bonito… não sou nada!

Mas olha para mim uma só vez

E regozija-te por saberes que és amada!

quinta-feira, janeiro 18, 2007

INCERTEZA DA CERTEZA DO MOMENTO

Sinto na face a brisa da manhã

O clarão do sol que me é nefasto

Vejo a certeza do enterro que clama

Da verdade obesa de tanta falsidade

Dos sofismas entretanto edificados.


Procuro pelo elemento teleológico

O cárcere que se esvai no nevoeiro

A calamidade subjacente ao desespero

Conjugada com o lapso do calceteiro

Que envergonhado se exuma daqui...


Donde vens nirvana que me atrais?

Por trás das nuvens no azul imenso

Não há nada, só o apocalipse do tempo

O enredo emaranhado de satélites

E a incerteza da certeza do momento.

terça-feira, janeiro 16, 2007

A LOUCURA APODEROU-SE DE MIM

E a loucura apoderou-se de mim

Praguejando infâmias com voracidade

Perdi a razão, perdia a compostura…

Por tão pouco… por nada, só por amizade!


Se ao menos fosse amor o que sinto,

Talvez a insanidade fosse maior e total.

Assim, junto as trouxas e saio porta fora

Agindo por instinto como um mero animal.


Ajo precipitada e erradamente

Aniquilando tudo o que vejo à frente

E para quê? Não és merecedora disso


Não és mais do que uma praga falsa

Que se cola quando lhe apetece e se engasga

Quando me vê furioso, fora de juízo!

quarta-feira, janeiro 10, 2007

RECORDO-ME VAGAMENTE DE TI

Recordo-me de ti vagamente

Preso ao que de mim não quero ser.

Quedo-me a cada ensejo teu

Por ansiar em teu corpo permanecer.

Não quero nada de outro mundo,

Peço-te apenas o teu esbelto olhar

O verde dos teus olhos cristalinos

A vontade louca de me abraçar!

Não quero nada que não possas dar,

Quero só sentir o teu beijo nos meus lábios

A tua carne rosada na minha boca

Os suspiros trémulos e desesperados…

Não sinto nada que não possas sentir,

Sinto o meu coração gemendo pela noite

Buscando-te em vão donde não estás

Gritando apocalipticamente pela sorte!

Não vejo nada que também não vejas,

Só vejo o teu rosto e sinto o teu cheiro

Ao longo destas férias intermináveis

Que não querem acabar com o meu receio.

Quando grito também gostava que gritasses…

De sentir o ardiúme dentro da garganta

E saber que não estás só, que és amada!

E quando te abraço e tu me abraças

O mundo implode no universo carnal.

E eu sinto-te aqui, junto a mim

Pulsando a cada beijo este amor infernal…

segunda-feira, dezembro 25, 2006

É NATAL!

É Natal
Época mágica e colorida
Como todos os dias da nossa vida!
Tocam os sinos da aldeia,
E as crianças cantam à volta da fogueira.
As estrelas brilham fortemente
Dando origem a uma nova semente…
Jesus Cristo nasceu! Aleluia! Aleluia!
Brindemos meus irmãos com folia.
Observem o contentamento das crianças
Que ficam doidas com este cantares e danças.
Brindemos pela paz e pela harmonia
Por um mundo de felicidade e alegria.
Brindemos meus irmãos a Nosso Senhor,
Que nos trouxe fantasia, carinho e amor.
Comam bolo-rei, filhós, rabanadas, nozes…
E vamos gritar bem alto, em mil vozes,
Que é Natal! Que nasceu o Salvador
Para nos livrar do ódio e de toda a dor…
É Natal! Riem pais, filhos, netos, avós
E todos gritam bem alto, com rouca voz,
É Natal! É Natal! Está na hora do Pai Natal
Trazer as prendas para as crianças com fetal
Sorriso e que esperam empolgantes presentes,
Que o Pai Natal traz para si e para seus entes.
É Natal! É Natal! Rejubilem todos, amigos
Que hoje é dia de festa; não há perigos!!
É Natal! É Natal! Viva Jesus Cristo!
Que me deu vida e tudo isto!!

domingo, novembro 12, 2006

ENREDO

Vivemos com fé…
Embebedamo-nos até!?!
Curiosa esta vida
Maldita,
Preconceituosa,
Desleixada
E entre um burburinho
Lá vem um copo de vinho!
Vinho bom, claro!
Mas, não muito caro!
Que o dinheiro é precioso
Mesmo para um idoso.
E eu dou-te um beijo,
Um abraço,
Um sentimento de amor
Mas não com muito furor!
Mas com alegria,
Fantasia,
Ironia
Mesmo que seja mentira!
Pois a verdade não é certa,
Errada
É apenas um conceito
De pouco proveito
É bom dizê-lo!?!
Como bom português
Que sou,
E como bom camponês
Que Deus criou!
Não é isto um segredo
Apenas um belo enredo!

segunda-feira, outubro 30, 2006

NADA SE COMPARA A TI

Nada se compara a ti
Nada se compara aos teus lindos olhos
Quando olho bem para ti
Vejo amor dentro de ti aos molhos

Ninguém é bela como tu
Ninguém tem teu belo olhar
Eu sou um simples ser humano
Que se dislumbra ao ver-te passar

Não, não toques em minha mão
Não, não toques em meu corpo
Pois tu não estás aqui ao meu lado
E a saudade reina no meu sopro

Vem abraçar-me com o teu corpo
Vem abraçar-me e dar-me calor
Já que sem ti aqui ao meu lado
A minha vida nao tem qualquer furor

Quanto brilham aqui os teus olhos
Quanto brilham aqui, meu amor
Vem abraçar-me e vem beijar-me
Que eu quero sentir o teu sabor.